Rede dos Conselhos de Medicina
CRM – RR recomendou o fechamento das fronteiras e pede cautela da população

A Câmara Técnica de Infectologia do Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM – RR) reuniu-se para discutir sobre a pandemia do Coronavírus, que tem se disseminado em nível mundial. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, há 200 casos confirmados e 1913 casos suspeitos de Coronavírus (dados de 15 de março).

Diante dos números da doença, do desconhecimento do controle sanitário e das informações dos países fronteiriços do estado de Roraima, da capacidade de contágio por cada pessoa doente, além da estrutura de saúde pública do estado de Roraima que já opera em capacidade máxima e ainda com a demanda ainda maior devido a migração venezuelana, a Câmara Técnica de Infectologia do Conselho Regional do CRM – RR recomenda o fechamento das fronteiras do estado de Roraima de forma imediata, até a estabilização da situação epidemiológica.

“A Câmara Técnica de Infectologia do CRM – RR considera que seja primordial fechar as fronteiras dos países com Roraima pra reduzir números. O fechamento seria por um período até que se controle esta pandemia”, disse Domingos Sávio Matos, vice-presidente e médico infectologista.

A presidente do CRM – RR, Rosa Leal, orienta a população para que tenha cautela, não entre em pânico e nem espalhe notícias falsas sobre a doença. “É preciso colocar em prática as medidas divulgadas pelo Ministério da Saúde para evitar a transmissão do vírus. Os cuidados são básicos como lavar as mãos, usar álcool gel, não sair de casa se estiver gripado, evitar aglomerações, ao espirrar o tossir por o antebraço na frente”.

PROFISSIONAIS – O CRM-RR também faz recomendações aos profissionais da saúde que estão na linha frente de combate desta pandemia, para que sejam tomados os devidos cuidados de proteção individual, como o uso da máscara cirúrgica e máscara N 95 em caso de procedimentos com aerossolização.

Na quinta-feira, dia 19, o CRM – RR esteve camara tec2reunido com os diretores das Unidades de Saúde para debater sobre seus planos de contingência.

 
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